quarta-feira, 4 de maio de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
"No fim tu morres, e é assim que vou saldar as nossas contas"
O teu corpo quente escalda e arde enquanto a minha língua te sobe espinha acima até ao pescoço torcido do qual os meus dentes tentam arrancar vida, não devagar mas coma força do amor que nos une os corpos. Abraço-te por trás, as minhas mãos frias e ósseas a percorrem cada milímetro teu, a tua barriga contrai febril e o teu coração salta do peito de que me apodero. Os meus dedos apertam-se contra a tua pele viva e viram-te de frente para mim deixando-me ver-te os olhos... esses grandes olhos castanhos e brilhantes da doença de toma conta de nós, esses olhos que espelham a tua alma ali presos nos meus, a minha respiração descontrolada a entrar dentro de ti e a aspirar a vida do teu corpo. É então que a minha mão responde ao que o teu batimento cardíaco pede e sinto-te tremer e suspirar, a tua alma e o teu corpo são meus, tudo de ti me pertence até às suas mais profundas entranhas. Caio sem força sobre o teu peito e adormeço ali... não sei quanto tempo assim estivemos, os corpos amarrados e enterrados um no outro como um só. Quando abri os olhos novamente vi-te dormir ao meu lado... a mais perfeita criatura, adormecida num sono profundo. Os raios claro da madrugada entram pela frincha e pintam-te o corpo de uma cor que não existe no mundo: de paz. A minha mão sobe até ao teu pescoço e encosta-lhe a lâmina que agarra ao de leve... "És perfeita", penso e inclino-me para ti, beijo-te os lábios devagar ao mesmo tempo que deixo o peso do meu corpo enterrar a lâmina em ti e o sangue que outrora percorrera cada uma das tuas veias escorre sem pedir... e eu juro, meu amor, que ainda te ouço suspirar a última vez.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Dois mil e onze.
Pedro Matias, porque é tudo para mim.
João Pedro Fonseca e Carolina Dias, por serem os melhores amigos que alguém pode ter.
Ricardo Branco, por ser todos os dias o homem da minha vida.
Marta Pinha, Filipa Freitas e Mónica Mesquita, por me protegerem incondicionalmente.
Gustavo Fonseca, por ser um homem perfeito.
Maria Carvalho, porque lhe devo parte de quem sou.
Liana Rego, porque me ensina quem ela é e aprendo a ser quem sou.
João Almeida, João Coelho, Inês Sérvio, João Ribeiro, Ângela Oliveira, Carlos Veiga e Joana Pacheco, por darem cor aos meus dias.
Jannie Priadzzi, Carlos Pinto e Rita Lobo, por conseguirem estar tão longe e mesmo assim tão perto do meu coração.
Ana Cláudia Resende, porque apesar de tudo há coisas que não acabam nunca.
Margarida Costa, Filipa Cardoso, Alice Vasconcelos e Florinda Ribeiro, porque é delas que sinto saudades.
Catarina Lobo, por partilhar a vida comigo.
João Rema, porque faz parte de mim.
Tamara Pereira, por ter enchido o meu coração de amor.
Que 2010 tenha sido irrepetível, e que 2011 tente ser melhor. Obrigado por TUDO.
sábado, 18 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
sábado, 11 de dezembro de 2010
Amor Latente.
domingo, 28 de novembro de 2010
sábado, 20 de novembro de 2010
Hoping...
"Queria esclarecer uma coisa... Se por algum motivo pudesses ser minha, o que existe entre nós agora, agora que não és minha, não existiria com ninguém. Se fosses minha dar-me-ia só a ti, sem palavras doces para mais ninguém. Se farias o mesmo ou não, não interessa. Só sei que tu, sendo mulher, e sendo acima de tudo uma pessoa que me fascina tanto, ter-me-ias inteiramente. Nem no pensamento eu fugiria! Tenho a certeza; nem no pensamento..." L. R.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Baby I Will Never Leave You.
Poucos se apercebem mas o mundo sabe chorar. O mundo chora - agora.
Eu chorei - pretérito perfeito, acção acabada sem possibilidade de retorno.
A língua portuguesa nunca nos ajudou.
Não te quero dizer muita coisa.
As palavras cansam-me. Leva-as de mim. Cala-te.
Como nunca foi igual.
Hoje. Meu anjo,
Salvaste-me.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
sábado, 15 de maio de 2010
I'll never stop believing in this crazy love we're leading. Sugar, hold me close and make me sweeter, I need you, I love you. So please show me that smile, make me laugh for just a little while, then breathe me one breath, I only need one to fill the emptiness. And I love the way you can make me dance from miles away, it's been so long but now I've waited, and now I'm captivated (by you).
quinta-feira, 29 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
It's time to let go of everything we used to know
Hoje não tenho muito a dizer. Tenho andado bem - fechar os olhos com força e suster a respiração sempre que tentas apanhar-me tem resultado. Tenho conhecido outros ares, tenho-me sentido embalada noutros mundos e acima de tudo, reparo agora, tenho-me sentido feliz. Não sei nada do João Paulo há algum tempo, mas ele também deve estar como eu - eu sei. Um dia disseste que o tempo cura tudo e eu não percebi: não é que acredite realmente nisso ainda, mas a verdade é que actua como uma anestesia e concede-nos a passagem para outras vidas.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
Sei lá.
sábado, 20 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
Há caminhos que não nos levam a lugar algum.
(02.54 am) É o relógio. É sempre o relógio. Sintonizei-o na função de minuto e eliminei a de segundo. Já não era suportável vê-lo andar mais rápido que os meus batimentos cardíacos.
(03.12 am) Passaram dezoito minutos desde a ultima vez que me levantei para olhar para ele. Parece que passou toda uma vida.
(03.38 am) Está escuro e eu vejo-te a ti. Está escuro e os meus olhos têm a luz que lhes trazes sei lá bem de onde, sei lá bem como. Não quero luz, quero dormir. Deixa-me!, deixa-me dormir, deixa-me fechar os olhos para sempre e não te ver nunca mais.
(03.54 am) O mundo é frio e tenho medo sem ti aqui. O mundo é grande demais, apenas.
(03.12 am) Passaram dezoito minutos desde a ultima vez que me levantei para olhar para ele. Parece que passou toda uma vida.
(03.38 am) Está escuro e eu vejo-te a ti. Está escuro e os meus olhos têm a luz que lhes trazes sei lá bem de onde, sei lá bem como. Não quero luz, quero dormir. Deixa-me!, deixa-me dormir, deixa-me fechar os olhos para sempre e não te ver nunca mais.
(03.54 am) O mundo é frio e tenho medo sem ti aqui. O mundo é grande demais, apenas.
(...)
(05.27 am) Já não sei o que fazer, és tudo tu. Não sobra nada de mim.
(05.48 am) Já dei tantas voltas na cama como os ponteiros no relógio. E ainda é o relógio. É sempre o relógio. Ouço o ponteiro a avançar a cada minuto, e a cada intervalo de silêncio dói-me o coração por ter de esperar tanto tempo ainda, por não haver fim naquela contagem.
(06.17 am) O sol deve estar a querer furar o céu lá fora. Aposto que sim. Ele sempre teve mais força do que eu. O barulho do ponteiro está a deixar-me louca. Levanto-me e atiro-o contra a parede, o vidro parte, os ponteiros dividem-se e o tempo acaba. Enredos violentos implicam violentos fins.
(05.48 am) Já dei tantas voltas na cama como os ponteiros no relógio. E ainda é o relógio. É sempre o relógio. Ouço o ponteiro a avançar a cada minuto, e a cada intervalo de silêncio dói-me o coração por ter de esperar tanto tempo ainda, por não haver fim naquela contagem.
(06.17 am) O sol deve estar a querer furar o céu lá fora. Aposto que sim. Ele sempre teve mais força do que eu. O barulho do ponteiro está a deixar-me louca. Levanto-me e atiro-o contra a parede, o vidro parte, os ponteiros dividem-se e o tempo acaba. Enredos violentos implicam violentos fins.
sábado, 13 de março de 2010
Lovers should be tied together.
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